Conheça mais sobre o projeto Nós, Brasil! Nós, o Brasil!

O surgimento da chamada “nova classe média” que seguiu as transformações sociais e econômicas no Brasil durante a última década torna importante reenviar a questão de quem são os novos atores na cidade de hoje. Como esta mutação rápida no tecido social do Brasil é um processo contínuo, a análise proposta abrange também um exercício de previsão necessário.

À medida que a finança global encontra uma infra-estrutura local tradicionalmente orientada para a economia doméstica, ocorrem processos espontâneos de adaptação. Portanto, agora é importante perceber como as cidades brasileiras estão respondendo a essas mudanças e quais os resultados que podemos esperar deles.

Qual é o projeto?

O projeto Nós, Brasil! Nós, o Brasil, junto com o bradesco! visa melhorar a compreensão da realidade específica das cidades brasileiras contemporâneas, bem como os desafios que enfrentam. Mais especificamente, destina-se a explorar como novos grupos e organizações tomam iniciativa num contexto em que o planejamento urbano, como prática já centralizada, é agora um assunto cada vez mais diversificado, complementado, infiltrado ou mesmo parcialmente substituído por esses novos jogadores e processos.

Projeto Brasil

O projeto compreende três oficinas em três cidades diferentes, Curitiba, Porto Alegre e Salvador, antes de uma exposição para a Bienal de São Paulo. Lá, os resultados das oficinas serão exibidos e um quarto workshop adicional, que refletirá os resultados das outras cidades, terá lugar.

Quem está envolvido no projeto?

Em colaboração com os respectivos Institutos de Goethe, o curador da Weltstadt, Matthias Böttger, e o artista / arquiteto convidado Luis Berríos-Negrón, em cada cidade, estabelecem uma versão local da Y-Table, conceito originalmente concebido pelo coletivo “Berlim” The Anxious Prop “(fundado por Berríos-Negrón). A tabela serve tanto como uma ferramenta, como também para um manual para discursos e processos específicos realizados em cada cidade.

Projeto Brasil

Aqui, um curador / moderador convidado, local irá intervir na mesa Y para realizar uma oficina de três dias em português, juntamente com cerca de 15 participantes. Essas oficinas pretendem facilitar compromissos improváveis ​​entre diferentes atores locais, desde entidades comunitárias até entidades públicas e privadas, na esperança de desenvolver narrativas inesperadas e futuras específicas para cada cidade.

Mais importante ainda, através do Nós, Brasil! Nós, o Brasil! Gostaríamos de saber mais sobre o papel atual e futuro de uma “nova classe média” crescente em um crescimento econômico e urbano anteriormente não visto, onde a chance de um novo tipo de cidadania emerge cada vez mais, que nutre maior aceitação com influência sobre , e acesso ao seu bairro, às suas comunidades.

O que acontecerá nas oficinas respectivas?

Em Porto Alegre, Márcio Rosa D’Avila lançará a série de oficinas com um debate sobre a história do “orçamento participativo”, que parece estar em conflito com os atuais esforços para o crescimento econômico. A fim de exemplificar a questão, ele se concentrará na Vila Liberdade, uma comunidade na franja do norte de Porto Alegre, e Vila Planetário encontrou no núcleo da cidade.

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Em seguida, continuando em Curitiba, Sergio Póvoa Pires procurará otimizar a abordagem de planejamento renomado da cidade, incluindo novos pensadores e perspectivas mais diversas para considerar o crescimento externo da cidade que está sangrando nos municípios vizinhos. A terceira oficina será então em Salvador, onde Ícaro Vilaça irá envolver as associações de vizinhanças e os planejadores locais na abordagem de um ativista para abordar a questão do “direito à cidade” examinando os bairros de Dois de Julho e Alagados.

Como o projeto está vinculado à Bienal Arquitetônica em São Paulo?

Esta tabela é composta, com asas de Porto Alegre, Curitiba e Salvador, e um núcleo hexagonal melhorado, será montada em São Paulo para a abertura da Bienal em 29 de setembro. O núcleo da tabela incluirá touchpads com acesso ao site e base de dados Weltstadt, enquanto os jornais em inglês e português estarão disponíveis para takeaway e enviados para todas as cidades participantes.